segunda-feira, 24 de janeiro de 2022

Microsoft - Tudo para ser a mais poderosa dos games

 



Recentemente a Microsoft destinou US$ 68,9 bilhões para comprar a Activision Blizzard, que é a detentora de títulos como Call of Duty, Diablo, Overwatch, Tony Hawk’s Pro Skater e World of Warcraft; se concretizando como a maior transação da história dos videogames. Esta aquisição ainda precisará passar por um rígido processo de validação estabelecido pelas instituições reguladoras, sendo uma delas a Securities and Exchange Commission (órgão federal do mercado de capitais americanos), que visam dirimir o risco de monopólio e outras irregularidades legais. O negócio deverá ser concretizado entre os meses de julho/2022 e junho/2023.

Por enquanto, Bobby Kotick permanece como CEO da Activision Blizzard, mesmo diante de diversas acusações de assédio sexual e péssimas condições de trabalho reveladas por seus colaboradores. Estes foram um dos motivos que fizeram as ações da empresa despencarem na Bolsa de Valores, e impulsionaram a Microsoft abocanhar rapidamente a gigante desenvolvedora de jogos, segundo apuração do Wall Street Journal. Já Phil Spencer, chefe da divisão Xbox, foi promovido a CEO da Microsoft Gaming, que é o novo núcleo estratégico que controlará todos os assuntos relacionados a marca Xbox e ao universo dos jogos em mobiles (Android e IOS).

O serviço de assinatura Xbox Games Pass ultrapassou o registro de 25 milhões de inscrições em todo o mundo. A Microsoft tem se dedicado intensamente ao segmento dos games, realizando a aquisição de famosos estúdios nos últimos anos. Seus métodos eficazes neste mercado visam acelerar o crescimento de jogos multiplataforma, e projetos direcionados para o metaverso. Com isso somará mais de 400 milhões de jogadores ativos mensais que tem acesso no imenso portfólio da Activision Blizzard. A dúvida que permeia este tema é se a empresa futuramente tornará os jogos exclusivos para o console do Xbox. Em nota, a Microsoft afirmou que ainda manterá alguns lançamentos para o PlayStation, porém a exclusividade de certos jogos serão analisados.

Em receita global, a multinacional de Bill Gates ficará como a terceira maior empresa de games, atrás da chinesa Tencent Holdings e da japonesa Sony Group. A proprietária do Xbox contará com mais de trinta estúdios, os quais podemos citar: Arkane Studios, Bethesda Softworks, King, Mojang Studios, Ninja Theory, Rare, Tango Gameworks, Toys for Bob e Treyarch.

A Microsoft planeja com a aquisição da Activision Blizzard criar sua própria versão do metaverso, já que jogos online como Call of Duty apresentam um mundo virtual onde os usuários podem vivenciar experiências imersivas. Seguindo este fluxo de ideias, Marcelo Rodiño, cofundador e diretor criativo da Flex Interativa, empresa brasileira que desenvolve soluções de realidade aumentada, comentou: “É como se, no Meta, você tivesse que pegar o elevador e subir até o próximo andar. A Microsoft abriu um monte de portas em volta, é só entrar”.

Compra e venda de bens de diversos jogos em multiplataformas são uma realidade em nossos dias, onde qualquer usuário pode acumular dinheiro para adquirir uma ‘skin’ no Fortnite, por exemplo. Esta atividade dentro do metaverso ampliará ainda mais a compra de ativos digitais. O metaverso será um ambiente virtual onde certamente haverá a troca de bilhares de criptomoedas. Vem sendo produzidos tokens e moedas digitais para o metaverso, e numa tacada certeira a Microsoft terá brevemente sua própria criptomoeda para ser negociada nesse espaço.



quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

Graffiti antes que seja tarde!

Na adolescência seu modo de indignação era recorrer as pichações pelos muros da cidade. Porém veio um novo tempo e o amadurecimento, que originou num inestimável legado de arte urbana pelo Rio de Janeiro, Brasil e mundo. Estou falando de Dante Urban, que atualmente interfere no panorama da Baixada Fluminense com sua grafia mágica, concedendo cores aos municípios esquecidos pelo poder público. Tive o privilégio de entrevistá-lo para nossa Rádio, veja o que pensa este ator social:  
                          

Alessandro Swinerd: O que foi determinante para você entrar na cena do Graffiti?
Dante Urban: Em 1999 estava no auge da pichação, curtia muito, mas recebi um convite pra fazer um curso de Graffiti na Chatuba, em Mesquita. Tive o contato bem rápido, mas gostei. Como já desenhava comecei a entrar na pegada dos estilos e ao mesmo tempo com oficinas; o pouco que aprendi passei pra outros, junto com uma galera do Hip Hop. Pois na época os quatro elementos eram bem mais unidos.

AS: Quais os maiores eventos que suas obras foram exibidas?
DU: Os maiores eventos pra mim são: a rua e as amizades que conquistamos. Todos os Graffitis sejam em muros, telas, galeria, evento ou sozinho, gosto de pintar e agitar a cena. Participei do Muro por La Paz (2011), maior muro grafitado do mundo na época. Creio que esse foi especial por conta dos contatos e amizades.

AS: Como analisa a atuação dos artistas urbanos na Baixada Fluminense?
DU: Vejo de uma maneira positiva, apesar de todos terem defeitos, sei quem faz a cena e sei quem ganha com ela, nós que estamos diariamente sabemos que existe uma galera que faz valer à pena e outra que só quer se aproveitar da cena. Mas a grande maioria está no caminho certo tendo humildade e respeito, pois na rua se você não tiver isso será difícil viver por ela.

AS: Você realiza intervenções por diversos municípios. Há um retorno financeiro, ou é simplesmente por paixão a arte?
DU: Realizo, pois sou multiplicador. Quero que a cena cresça. Existe uma galera que começou a pintar na minha levada, e que até hoje estão fazendo o que eu gosto - ser multiplicador. Conseguimos algum retorno, pois vivemos disso, outros não. Mas nossa bandeira é o Graffiti, faremos com apoio ou sem. Botamos o sangue, a Baixada precisa disso. Mas em todas as áreas.

AS: O Grafite tem um cunho social, certo? Já participou de alguma instituição que desenvolva um programa socio-educativo em comunidades carentes?  
DU: Já participei de varias, creio que naquele momento foi especial pelo contato com a galera que não conhecia a arte do Graffiti e do Hip Hop. Mas vejo que a maioria dessas instituições não tem o propósito de multiplicar mesmo. Infelizmente, vejo muitos se aproveitando do momento ao invés de ajudar quem precisa.
  
AS: A BXD Graffiti é uma loja destinada ao público das artes visuais. Também pode ser considerada um “QG” dos grafiteiros, onde são organizados projetos para alterarem o panorama da cidade?
DU:  A idéia da loja foi pensando nisso, na verdade a gente sempre tinha uma grande necessidade de material e íamos ao centro do Rio e Tijuca, lugares longes. Uma loja na Baixada seria de grande importância, pois movimentaria a cena local e também faria um encontro da galera. Temos 1 ano e poucos meses, mas sabemos que as paradas vão fluir. Alguns estão montando marcas de roupas, outros estão virando designers, e temos uma grande influência nos grafiteiros locais. Sabemos quem faz a cena na Baixada de verdade e busco através da loja fortalecer ainda mais .

AS: Alguns dias atrás numa rede social, você se posicionou contrário a um “Concurso de Graffiti” que iria premiar três desenhos que representassem a consciência negra. Isto não é uma forma de promover esta linguagem artística na região e dar oportunidades a novos talentos?
DU: Sim, na verdade a posição foi minha e de todos... a grande maioria dos grafiteiros. Pois antes, a Prefeitura apagou mais de 1 km de intervenções. Premiar num acontecimento desses é impossível, não se valoriza dando dinheiro pra uns e deixando vários de fora. Graffiti não é competição! Não é futebol, torneio, Graffiti é muito mais que isso. A Prefeitura viu essa posição nossa e modificou a idéia, porque não rola isso no nosso meio. Se você vê uma ação de Graffiti onde a galera peça dinheiro e não seja transparente, se posicione, pois está errado. No Graffiti a maioria leva seu próprio material e pinta sem cobrar ao morador ou Prefeitura, e quem quer que seja. Agora se for um trampo comercial é outra parada. Vejo que hoje em dia algumas ações viraram grandes pólos de comércio, onde alguns perderam a essência da cultura. Sei que esses também são os aproveitadores pois toda cultura tem os seus...
   
AS: O que deve ser feito então pelas prefeituras locais para fortalecer o movimento na Baixada Fluminense?
DU: Tem que ser parceiras de alguma forma - seja incentivando, liberando espaços públicos, dando um direcionamento, botando alguém que fale a mesma língua. Ninguém aqui quer ganhar dinheiro com eles, tão pouco pedir emprego. Queremos mais valor e respeito. A fama a gente ganha nas pessoas que moram aqui; e o valor de quem mora na Baixada é o principal. Moramos aqui e queremos uma Baixada explodindo de Graffiti e arte, em locais onde precisam estar bombando e incentivando os jovens. Paz!


Acesse:
Dante Urban 
BXD Graffiti Shop 


*Entrevista realizada para a Rádio Atitude.


sexta-feira, 6 de dezembro de 2013

quinta-feira, 14 de novembro de 2013

O poeta de versos atômicos


No estúdio montado em casa produziu sua discografia, os três CDs: Nêutrons - partícula n. 1 (2011), Figuras de linguagem (2011) e Impune (2013). Com voz grave e inconfundível, o rapper Átomo U-Sal propaga sua ideologia denunciando a banalização da fé, o consumismo, a política nefasta e outros temas inerentes a sociedade brasileira. Este poeta urbano de versos atômicos é o nosso entrevistado desta semana.


        

Alessandro Swinerd: Quando despertou seu interesse pelo Hip-Hop?
Átomo U-Sal: Por volta de 1996, através dos Racionais MC’s.

AS: E como percebeu a possibilidade de se tornar letrista e rapper?
AU: Antes mesmo de escrever letras de rap, eu já fazia outras influenciadas por bandas de rock dos anos 80, como Legião Urbana, Engenheiros do Hawaii e Barão Vermelho.

AS: Pode me explicar esta concentração de rappers em Nova Iguaçu. Principalmente no bairro Morro Agudo?
AU: É algo que aconteceu de modo natural, já que ninguém se conhecia. O agente (U-Sal) começou na MAB (Movimento das Associações de Bairro) em Nova Iguaçu, e foi lá que conheci o Dudu de Morro Agudo, depois Fator Baixada e Léo da XIII, aí juntamos força na nossa área, aí vieram os outros.

AS: Suas músicas primam pelas questões sociais, mas em algumas há uma visão irônica dos fatos – inserções de uma risada com tom ácido. Por quê?
AU: Eu escrevo de acordo com o projeto que estou realizando no momento, uns tem um abordagem mais séria, outras mais descontraídas, como no caso do CD “Impune”, mas nem por isso menos sérias.

AS: Qual o motivo da constante referência à mula falante do profeta Balaão?
AU: A mula falante é do “Impune”, o das risadas ácidas. É um dos meus alter-egos, no primeiro disco “... Dando o Ar Da graça”, eu falo principalmente da corrupção e legalismo dentro do sistema religioso. Tendo como base a graça de Deus, que lança por terra todo o peso da acusação.

AS: Você sofre algum preconceito no movimento Hip-Hop por crer na doutrina do Cristianismo?
AU: Não. Dentro do Hip-Hop há a questão de respeitar o discurso alheio, ainda que não concorde com ele. Além do mais, eu não uso o termo “gospel” que em minha opinião, só serve para fazer comércio e separação dos demais. Ninguém diz que faz rap candomblé, rap católico etc. Eu faço rap simplesmente, a mensagem cristã é natural.

AS: Todos seus trabalhos são independentes? Como realiza o processo de produção, distribuição e divulgação dos CDs?
AU: Sim, todos são independentes. Produzidos, gravados, mixados e masterizados na minha casa, com algumas pequenas exceções. A questão da distribuição e divulgação é sempre gratuita, pela internet, e também através do material físico nos eventos.

AS: A distância dos grandes centros artísticos inibe a visibilidade das manifestações culturais que estão ocorrendo na periferia?
AU: Acredito que sim, mas eu não me importo com isso, eu faço meu trabalho simplesmente. Eu não me preocupo com o público, a crítica etc. Sou muito cru pra pensar em jogadas de marketing, pra romper essa distância.

AS: Sendo um dos representantes da cultura negra na Baixada Fluminense, que medidas devem ser tomadas pelo governo municipal e estadual para restituir estas décadas de descaso com os afrodescendentes?
AU: Sou favorável às políticas públicas de auto-afirmação, principalmente pelo fato de achar que isso funciona como uma indenização pelos séculos de trabalho não remunerado. Algumas coisas estão melhorando, mais acho que ainda falta muito para termos uma posição melhor. No meu caso, eu não espero pelo governo e nem pelas organizações negras, diariamente eu milito no trabalho, em casa e na rua.



Acesse:
Átomo U-Sal (blog)


*Entrevista realizada para a Rádio Atitude.

quarta-feira, 6 de novembro de 2013

Criando novos horizontes culturais para o reino


São 20 anos de experiência na área de produção artística, os quais foram vividos dentro de emissoras como Globo, Rede Record e SBT, Verônica Brendler traz agora toda esta bagagem para o cenário evangélico. Através de sua empresa a Agenda Cultural Brasil, ela tem provocado uma “revolução” no eixo Rio - São Paulo, em meses tornou realidade o Encontro de Cineastas Cristãos e o Festival Nacional de Cinema Cristão, exibido ao vivo pela TV Boas Novas no dia 26 de outubro. A Rádio Atitude conseguiu achar um horário na semana cheia de compromissos desta produtora, e assim presentear os leitores com uma personalidade tão notável.




Alessandro Swinerd: Verônica, quando notou que havia potencial no segmento evangélico para ministrar cursos de Elaboração de Projetos?
Verônica Brendler: A Musica Gospel cresceu muito, hoje é o mercado que mais cresce e mais vende, só fica atrás do sertanejo. Pela lei se produz grandes eventos, CDs, DVDs, turnês, e muito mais, mas sem recursos fica inviável. Em 2008 quando fiz o primeiro Curso de Produção Cultural percebi o quanto podemos crescer. E em 2010 iniciei as palestras e cursos, e hoje já aprovamos mais de 60 projetos na Lei Rouanet.

AS: Nesta década teve um “boom” de produções audiovisuais de diretores cristãos em vários estados do Brasil. O que impulsionou este fenômeno?
VB: Hoje temos mais de 100 curtas metragens produzidos e mais de 20 núcleos de Longas Metragens. É importante lembrar que o primeiro filme cristão no Brasil foi produzido em 1983 - “Que diferença faz?”. Surgiram outras produções, mas na última década é que os diretores se profissionalizaram mais e viram o cinema como uma estratégia pra fomentar a Cultura Cristã.

AS: O Encontro de Cineastas Cristãos tem dado resultados positivos. Pode mencionar alguns?
VB: Mensalmente realizamos os Encontros no Rio (9ª edição - 18/11) e de 2 em 2 meses em Campinas (3ª edição). Já vemos melhores produções, melhores roteiros. Nosso segmento carece de muitas informações. O evento tem como objetivo formar novos olhares, dar visibilidade aos cineastas e suas obras, unir a classe de produtores, diretores, atores, profissionais da arte, distribuidores e exibidores e reunir também personalidades ligadas às atividades cinematográfica do meio secular. Estimular também os profissionais a produzirem obras com mais qualidade para disseminar valores e fomentar a Cultura Brasileira.

AS: O templo durante séculos ficou restrito às questões religiosas. Como é tratar de assuntos concernentes a sétima arte dentro dele?
VB: Durante anos ouvimos dos púlpitos que cinema era pecado (falo com propriedade, pois tenho 38 anos de igreja). A igreja só se preocupava com o lado espiritual, não focava o lado cultural e profissional. Graças a Deus isso já mudou e as lideranças vêem o Cinema como uma grande estratégia. Deus é que distribui o talento como lhe apraz, para glorificação do seu nome.

AS: Sendo uma produtora experiente, você tem observado as carências que existem na formatação de projetos segundo as normas exigidas pelos Editais de Leis de Incentivo. O que deve ser feito pelo Ministério da Cultura, e órgãos da esfera estadual e municipal para que os editais sejam mais acessíveis a classe artística?
VB: Os editais são muito acessíveis, basta entrar nos sites governamentais e das empresas. Talvez uma divulgação maior. A maior dificuldade está nos produtores cristãos que inserem os projetos com linguagem cristã. Sendo assim os projetos são indeferidos.

AS: O que é produzir o Festival Nacional de Cinema Cristão?
VB: Já realizamos a 1ª Mostra de Cinema Cristão em outubro de 2012, mas produzir o Festival foi uma experiência e tanto! Toda vez que você produz algo novo, precisa ter muita convicção e certeza de tudo que está fazendo. A guerra espiritual foi muito grande, tinha momentos que de meia em meia hora parava todo o trabalho e entrava em oração pra paralisar as ações do inimigo. Resumo, muita fé e coragem, muita oração e muito trabalho.

AS: Qual a relevância deste evento para o Cinema Brasileiro?
VB: Nossa proposta é disseminar os valores familiares e muitos filmes do cinema brasileiro já propagam essas verdades, como Central do Brasil e muitos outros. O evento vem pra agregar o cinema brasileiro e estimular os cineastas a produzirem mais e com mais qualidade. Recebemos o convite do “Festival do Rio” pra participar com as nossas obras. Isso prova o reconhecimento de grandes profissionais.

AS: Você considera que sua atuação empreendedora mobilizará outros grupos e festivais de temática cristã pelo país?
VB: Espero que sim! Seria muito bom se outros produtores também realizassem festivais e mostras.

AS: O Festival dará vôos mais altos ano que vem? Como, se tornar de nível internacional?
VB: Fechamos uma parceria com o “Gideon Film Festival”, um dos maiores festivais de Cinema Cristão americano. O Melhor Longa Metragem terá o seu filme exibido no festival e o (a) diretor (a) terá a sua passagem paga.

AS: Que outros projetos estão em vista?
VB: Produzimos o curta metragem “O Reencontro do Amor”, com a proposta de restaurar casamentos. Vamos exibi-lo no cinema, nas igrejas, escolas, faculdades e comunidades. Em dezembro iniciaremos o “Cinema na Praça”. Já fechamos  algumas cidades. Em março de 2014 também iniciaremos os Workshops sobre Cinema no Rio de Janeiro.

AS: Quais são as maiores dificuldades do segmento?
VB: A maior dificuldade é a falta de recursos, somos limitados sem eles. Desafio os empresários a investirem nos projetos, além de terem a sua logomarca em evidencia, beneficiam o crescimento do Reino de Deus. Solicite uma proposta. 


Acesse:
Cinema Cristão


*Entrevista realizada para a Rádio Atitude.